sábado, 23 de junho de 2012

Euro 2012: dia 15.



Para ainda maior desgraça dos gregos e dos cuspidores de fogo do Chiado, a humilhação maior não foi o atropelamento futebolístico nem os escassos quatro golos, mas sim a exibição do oficial Schweinsteiger. Com uma sobranceria asquerosa e na linha da "típica arrogância alemã" (por contraponto com a severa humildade das capas dos jornais desportivos portugueses), Bastian, sobretudo na primeira parte, distribuiu generosos passes e assistências para os gregos, convidando-os a fabricarem uma jogada de bola que não envolvesse coices no coro. Felizmente para a saúde futebolística internacional, Makos, Ninis e demais trapezistas mal viam a bola no pé questionavam-se para que ela servia e tratavam de a enviar para a cona da prima (ou para o Samaras, um jogador que "joga muito bem sem bola", literalmente). Vergonhoso comportamento do meio campista da Wehrmacht, a achincalhar não só a equipa adversária como um povo soterrado em problemas de dinheiros. Uma orgia com o Ozil e o Hummels também não está fora de questão.