terça-feira, 16 de abril de 2019
segunda-feira, 15 de abril de 2019
sexta-feira, 12 de abril de 2019
O filha da putismo acéfalo continua a sua cavalgada.
A escola Tàber, situada em Barcelona, Espanha, retirou cerca de 200 livros do seu catálogo infantil por considerar que transmitem valores "tóxicos" às crianças. "O Capuchinho Vermelho" e "A Bela Adormecida" estão entre as obras rejeitadas.
Red Hot Riding Hood, obra maior do Tex Avery. É colocá-la dentro de uma caixa de aço inoxidável e escondê-la naquele armazém onde se encontra a Arca da Aliança. Há que envidar todos os esforços para a proteger da pandilha da "identidade" e do "género".
quinta-feira, 11 de abril de 2019
quarta-feira, 10 de abril de 2019
As 226 melhores canções dos anos 90. (136)
The Prodigy - Smack My Bitch Up - DVD edit from The Prodigy on Vimeo.
Pra ver abraçado á Alexandra Lucas Coelho. Aos beijinhos.terça-feira, 9 de abril de 2019
segunda-feira, 8 de abril de 2019
sexta-feira, 5 de abril de 2019
quinta-feira, 4 de abril de 2019
quarta-feira, 3 de abril de 2019
As 226 melhores canções dos anos 90. (131)
A melhor canção de todos os tempos para se ouvir com uma namorada feminista*
*como se algum homem com juízo andasse metido com uma maluquinha dessas. Bom, a não ser que...
terça-feira, 2 de abril de 2019
segunda-feira, 1 de abril de 2019
sexta-feira, 29 de março de 2019
quinta-feira, 28 de março de 2019
Mektoub: My Love: Canto Uno.
Um conjunto de putedo e de azeiteiros que não pára de zurrar (de forma sobreposta, a maior parte das vezes) durante três horas, com o embrulho final a levar o lacinho dessa doença cinematográfica chamada "naturalismo" (e cujos seus mestres são indiscutivelmente alguns franceses). Pior sequência de discoteca de sempre, o maior cu feminino jamais visto na "magia do cinema", uns pratos de comida bem jeitosos, nulidade quase absoluta. Este conjunto de letras deve ter-me dado mais trabalho do que ao Kechiche em fazer este seu longo pretexto para épica punhetaria. Parece que o segundo vai ter também três horas. Salve-se quem puder.
quarta-feira, 27 de março de 2019
terça-feira, 26 de março de 2019
segunda-feira, 25 de março de 2019
sexta-feira, 22 de março de 2019
quinta-feira, 21 de março de 2019
quarta-feira, 20 de março de 2019
terça-feira, 19 de março de 2019
segunda-feira, 18 de março de 2019
sexta-feira, 15 de março de 2019
quinta-feira, 14 de março de 2019
quarta-feira, 13 de março de 2019
terça-feira, 12 de março de 2019
segunda-feira, 11 de março de 2019
sexta-feira, 8 de março de 2019
quinta-feira, 7 de março de 2019
quarta-feira, 6 de março de 2019
terça-feira, 5 de março de 2019
segunda-feira, 4 de março de 2019
domingo, 3 de março de 2019
Ja nao bastava ver o Conceicao a ser comido a bruta pelo Lage...
The pleasures at the heart of the old cinephilia are predominantly aesthetic. The new cinephilia has a broader definition of pleasure: it values the aesthetic experience of cinema, but it demands more. It finds pleasure, additionally, in a deep curiosity about the world and a critical engagement with it. Cinema teaches us about the human and nonhuman world in new and powerful ways. Traditional cinephilic pleasure is private, personal, inward; it is also what Laura Mulvey, in her landmark manifesto, wished to destroy. The new cinephilia radiates outward, powered by a spirit of inquiry and a will to social and planetary change. It is no coincidence that so many filmmakers valued by the new cinephilia—women, queer, Indigenous, people of color—have an interest in activism, and view cinema itself as part of a larger cultural-activist project. It is equally no coincidence that relatively few straight, white male filmmakers share this trait [...]
You shall know the old cinephilia by the sounds of its worrying: film culture these days is “too PC,” too “morality-driven,” and “all about identity politics.” Supposedly fragmented and atomized along identity lines, it is no longer unified the way it once was. For the new cinephilia, however, this unity of film culture is a figment of nostalgic fantasy: a fiction propagated and sustained by the imposition of a false universalism. By privileging certain identities (white, male, heterosexual) over others, Euro-Western film culture has historically constructed an illusion of wholeness and coherence. What is truly being mourned by the old cinephilia is the (tiny) loss of cultural authority and influence for its dominant identity groups [...]
“Life organized around films”: this is one widely accepted definition of traditional cinephilia. But at this moment, when the world is in turmoil and the planet on the edge of catastrophe, such a conception of cine-love seems narcissistic. What we need now is a cinephilia that is fully in contact with its present, global moment—that accompanies it, that moves and travels with it. No matter how ardent and passionate our love for this medium, the world is bigger and vastly more important than cinema."
You shall know the old cinephilia by the sounds of its worrying: film culture these days is “too PC,” too “morality-driven,” and “all about identity politics.” Supposedly fragmented and atomized along identity lines, it is no longer unified the way it once was. For the new cinephilia, however, this unity of film culture is a figment of nostalgic fantasy: a fiction propagated and sustained by the imposition of a false universalism. By privileging certain identities (white, male, heterosexual) over others, Euro-Western film culture has historically constructed an illusion of wholeness and coherence. What is truly being mourned by the old cinephilia is the (tiny) loss of cultural authority and influence for its dominant identity groups [...]
“Life organized around films”: this is one widely accepted definition of traditional cinephilia. But at this moment, when the world is in turmoil and the planet on the edge of catastrophe, such a conception of cine-love seems narcissistic. What we need now is a cinephilia that is fully in contact with its present, global moment—that accompanies it, that moves and travels with it. No matter how ardent and passionate our love for this medium, the world is bigger and vastly more important than cinema."
LOOOOLLL.
Chegara o dia em que ser homem, branco e heterossexual sera o equivalente a ter entrada barrada nas esferas do cinema. Basta que continue a proliferacao destes Apus Shambus. O meu teclado ta todo fodido. Citar a Mulvey a proposito de qualquer cousa, num mundo justo, daria logo direito a uma noite nos calaboucos.
sexta-feira, 1 de março de 2019
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Crítico de cinema americano tem os tomates para expôr a aberrante mediocridade de "Creed II". Eis o que obteve em resposta:
Wow you really come across as a racist buffoon. You are the only negative review on meta critic. I am requesting they remove your review bc you are a white nationalist
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
sábado, 9 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Os mais belos oito minutos que eu já vi, a par da cena do milheiral do "North By Northwest".
O ideal é fazer a barba com um facalhão à John Rambo.
-Papá, tens o cromo "White Supremacy"?
-Qual é o númaro, meu filho?
-É o 324, papá.
-Tenho, tenho.
-Então troca. Tenho dois "Toxic Masculinity" e um #resistance. Troca, troca!
-Pronto, eu troco
-Papá somos tão liberais e adequados aos tempos que correm, papá!
-Pois somos, meu filho. Vai-me ao cu,
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
domingo, 3 de fevereiro de 2019
"Papá, ontem vi um filme do Senhor Griffith. Gostei muito, papá!". "Filhá da puta, cabrão, racista, conservador, esclavagista!".
O cinema do Griffith está para a corja millennial como o sino pavloviano estava para o cãozinho: é só "dar-lhes" um cheirinho, que ela logo começa a balbuciar o choradinho apreendido na aula de sociologia administrada por uma qualquer ratazana "progressista". Metam-se no caralho. Ou vão ver o "Black Panther" ou o "Rachel Getting Married".
Podiam fazer um concurso: reuniam dezasseis elementos da corja para uma competição a eliminar, desde os oitavos-de-final á final. Prova: quem aguenta mais tempo sem dizer "racista" sobre um filme do D.W. E depois metiam-se no caralho. Ou iam ver o "12 Years a Slave" ou o "BlacKKKlansman".
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
sábado, 26 de janeiro de 2019
"Em boa verdade"...
...um crítico de cinema só oficialmente assim se pode designar depois de escrever a expressão "epater la bourgeoisie". Enquanto limpa as beiças repletas de caviar do bom.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
Transit, Christian Petzold.
Câmara-Parkinson? Não. Num tempo em que deficientes motores como os Safdie são elevados aos píncaros de uma grande arte, ainda é bom saber que restam uns quantos que resistem ao "vale-tudo-cinematográfico". É o melhor do filme, sobretudo os enquadramentos no quarto onde vivem a Nina...perdão, a Paula Beer e o namorado/amante/amigo colorido. Isso e o azulão do mar marselhês. Bela cidade. Andámos mais lá num dia do que na última meia dúzia de anos.
Hoje, num mundo atolado em fascismos evidentes e outros latentes, onde o populismo e a demagogia da extrema-direita levam para maus caminhos uma incauta população repleta de medos e inseguranças, onde Bolsonaros, Trumps, Dutertes, Orbans, Abascais (mas nunca Maduros e Ortegas...), entre outros maus fígados, aproveitam-se da falta de memória e da inacreditável estupidez humana para conseguirem os seus malévolos intentos, resta ao cinema, uma arte social e indelevelmente sintonizada com as problemáticas geo-políticas do mundo, denunciar, de forma mais alegórica ou mais directa, todos estes e outros bandidos do mesmo quilate. Ontem os refugiados do nazismo, hoje os refugiados magrebinos, amanhã os pobres imigrantes muçulmanos que nem sequer têm um sabãozinho para construir uma bomba caseira. Quê? Oportunismo político? Seu fideputa. Acusações que só poderiam provir de um facita. Sim.
Uma narração insuportável, demonstrativa, mero ruído sonoro, com ares de transmitir uma maior "profundidade" ao périplo da personagem principal? Sim
Paula Beer como doppelganger da Nina Hoss? Sim
Um actor principal com o carisma de um leitão no espeto ? Sim
Sempre teremos "Wolfsburg", "Gespentser" ou "Jerichow"? Sim
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
quarta-feira, 16 de janeiro de 2019
terça-feira, 15 de janeiro de 2019
As 226 melhores canções dos anos 90. (74)
-Who's listening to this in 2019? -Ah, the good old days. -They don't make songs like these anymore -Today's music is trash -Iron Maiden were the best -Greatest song EVAH! -I saw them on a concert once -What happened to the old days? -Justin Bieber sucks! I have pretty much summed up the entire comment section.- Chuck Lee
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
sábado, 12 de janeiro de 2019
É o que se leva desta vida.
Então companheira do desaparecido João César Monteiro (que realizou a curta Sophia de Mello Breyner Andresen, em 1969). a cineasta [ndr. Margarida Gil] contou uma cena antológica ao JL, em 2011, ocorrida quando o casal fazia nudismo numa praia perto de Vale de lobo: "Vimos ao longe uma figura alada com uma túnica ocre e uma ânfora na mão, a passear à beira-mar. Parecia uma aparição de uma deusa grega. (...) Quando percebemos que era a Sophia, ficámos muito atrapalhados e tratámos de nos vestir rapidamente, e acabámos por almoçar com ela, um maravilhoso esparguete com amêijoas e orégãos, que nunca esqueci"
sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Isto é demasiado bom.
i'm not gonna try and claim that movies about emotionally unavailable white men aren't/can't be interesting. i'm not saying biopics can't be interesting. my favorite movie for the past 7 years has been the social network. but, in 2018, is a neil armstrong biopic called FIRST MAN really the MOST interesting story to tell? i think it's strange that damien chazelle watched moonlight win best picture two years ago and then didn't take into account any of what made made it more relevant/BP-worthy than la la land (which is not to say he needed to take inspiration from moonlight, he's free to do his own thing, and he's amazing at it, but) some of the minor/side-stories seemed like they had better feature-length potential that a rehashing of a story we already know-- i'm talking about the protests ("whitey's on the moon", anti-government spending) and the families of the astronauts. maybe even the failed test launching of apollo 1.
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
sábado, 5 de janeiro de 2019
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
"Mas também só encontro aquilo que procuro."
Ora. À segunda frase de uma entrevista, a confirmação de um dos mais abjectos filmes do cinema português do século XXI: "Um pouco mais pequeno que o Indiana".
"Esta superfcialidade e esta ignorância que o Straub denuncia são também um desprezo pelos seres que estão diante da câmara, sejam eles actores numa ficção ou pessoas num documentário, que têm de confrmar alguma coisa, alguma coisa que está preparada na cabeça do cineasta e portanto esperada."
Peter Nestler
Ora. À segunda frase de uma entrevista, a confirmação de um dos mais abjectos filmes do cinema português do século XXI: "Um pouco mais pequeno que o Indiana".
"Esta superfcialidade e esta ignorância que o Straub denuncia são também um desprezo pelos seres que estão diante da câmara, sejam eles actores numa ficção ou pessoas num documentário, que têm de confrmar alguma coisa, alguma coisa que está preparada na cabeça do cineasta e portanto esperada."
Peter Nestler
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
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