segunda-feira, 20 de março de 2023

Frames (28).


Kim Greist. Brazil (1985). Terry Gilliam

Filme: 1/5 (Criterion #51)






1.Clive Owen, Época 1997/1998. 2.Naturezas mortas numa antiquíssima arte chamada "composição". 3.Kate Hardie. 4.Alex Kingston. 5.Gina McKee. Croupier (1998). Mike Hodges

Filme: 2/5 (100 melhores Film Noirs de todos os tempos para a Paste Magazine. Número 97. A amplitude geográfica, espacial e temporal do Noir pode ir até onde a imaginação e as possibilidades económicas permitirem. Não nos limitemos aos clubes jazzísticos, pianistas e fumarentos da Los Angeles 1941-1957. Nem aos chapéus dos homens, aos saltos altos das mulheres, ás estradas incógnitas na América interior e noturna ou aos faróis dos carros que iluminam uma personagem no meio de madrugada. Não. Se o hóme (ou a mulher) quiser, o Noir é matéria prática para ser aplicada no Portugal Alentejano, com festarolas pimba nas cálidas noites de verão, mulherio sexualmente insaciável, hómes corroídos de ciúmes e de masculinidade fraturada, vinhaça e fanecas fritas- lembramo-nos de um certo realizador português antes de sucumbir aos proveitosos ganhos dinheirísticos e prestigiantes patrocinados por uma crítica munto amiga e por festivales carregados de munta e boa consciência social. Não dispersemos, por Zeus: sim, o Noir corre esse mundo afora por todos os tempos. Até vai à Inglaterra do período "Cool Britannia", quando as maravilhosas Spice Girls, o Brit Pop, o Jungle, o Drum and Bass, o Euro 1996 e o Labour Party do Shôr Blair colocaram, por momentos, a autoestima dos ingleses a níveis similares pré-1ºGuerra Mundial. Croupier é dessa altura. É um filme com femmes fatales, com voz off, com reviravoltas e manigâncias soezes, com enganos e subterfúgios, mas com todas essas ferramentas costumeiras do género (ou do "estilo") ancoradas na realidade quotidiana inglesa. Não há absolutamente mais nada que o distinga, nem absolutamente mais nada que o denigra.)



1.Helen Ferguson. 2.Helen Ferguson & Buck Jones, num anacrónico momento de pastoral heteronormativa. Just Pals (1920). John Ford

Filme: 5/5 (Tentativa de fazer uma integral John Ford, por ordem cronológica, e tendo como fonte a Wikipedia. Se conseguir arranjar tempo para fazer uma double bill Just Pals e The Kid, não só, por alguns momentos, encherá o seu pobre coração de alguma empatia pela Humanidade, como, simultaneamente, esquecer-se-á que neste planeta existem cousas como Pizzas com Ananás ou generais portugueses na televisão a portarem-se como bons e aplicados soldadinhos de chumbo da Rússia.)






1.Carlotta Montanari. 2.Cristina Rodlo. 3.A Última Ceia, segundo o Apóstolo Refn. 4.Roberto Maguire exibe uma mercadoria de imenso valor. 5.Caprichos Visuais de Comendador Refn. Too Old to Die Young, Volume 2: The Lovers (2019). Nicolas Winding Refn

Filme: 5/5






1.Maxine Bahns. 2.Nell Tiger Free. 3.Rodízio de ferramentas de sobrevivência. 4.Jena Malone. 5.Nell Tiger Free, in all her living glory. Too Old to Die Young, Volume 3: The Hermit (2019). Nicolas Winding Refn

Filme: 5/5






1.POV da barriguinha da Nell Tiger Free por parte de Miles Teller. 2.Hart Bochner, o Ellis do Die Hard. 3.Jena Malone & John Hawkes. 4.Nell Tiger Free. 5.William Baldwin, the pretty boy dos 90's transformado em personagem alucinada. Too Old to Die Young, Volume 4: The Tower (2019). Nicolas Winding Refn

Filme: 5/5



1.Sob o olhar divertido de James Urbaniak, Brad Hunt & Emily Seiler criam uma boneca humana. 2.New Mexico, USA. Too Old to Die Young, Volume 5: The Fool (2019). Nicolas Winding Refn

Filme: 5/5 (Too Old to Die Young de Comendador Nicolas Winding Refn: conjunto de parafilias, fetishes, obsessões sexuais e de violências imagéticas por parte do realizador (incesto, pedofilia, violações, corpos humanos como estátuas, membros decepados, objetificação corporal, assassínios ritualmente coreografados e por aí) envolto numa arte intensamente estilizada, totalitária na sua intransigente recusa de fugacidade visual, incondicionalmente ridícula, deveras autoconsciente, e que alardeia, com orgulho, uma lascívia e uma languidez que o deixarão pronto ora para seguir diretamente para a cama para os terrenos das sonecas, ora para seguir diretamente para a cama mas para fazer amor libidinoso e ardente com a sua cara-metade- no caso de não a ter, terá sempre o recurso a uma das suas mãos e/ou dedos. Isto, claro, se vossemecê comprar toda esta parafernália de "pretensiosismo artístico" e chocarrice simbólica. Se vossemecê estiver virado para "arte constitucional", aka, "arte que nos torna melhores cidadãos", "arte que tem um laço directo com a vida como nós a conhecemos", "arte com sentimentos benignos e que é o contraponto á imundície diária", "arte naturalista com uma comovente atenção aos bafos da vida quotidiana", então, três conselhos: coloque uma máscara, mantenha a sua distância superior a 150 klms desta obra e vá ver um filme dos Dardenne.)









1.Babs Olusanmokun. 2.Carlotta Montanari. 3.Morgan Fairschild comenta o frame anterior. 4.Cristina Rodlo num paraíso feminino. 5.Refn sonha diariamente com planos rigorosamente simétricos. 6.Cristina Rodlo: erotização da violência #1. 7.Naturezas mortas numa antiquíssima arte chamada "composição". 8.As mãos de Cristina Rodlo acariciam uma arma: erotização da violência #2. Too Old to Die Young, Volume 6: The High Priestess (2019). Nicolas Winding Refn

Filme: 5/5







1.Miles Teller. 2.William Baldwin, a ronronar, acorda Miles Teller. 3.Victoria Park. 4.Nell Tiger Free. 5."Arte". 6.O aniversário dos 18 anos de uma menina é uma fonte terrível de preocupações e um bálsamo de alívio: preocupações para os pais da princesa, e alívio para os amigos masculinos heterossexuais dos pais da jovem. Too Old to Die Young, Volume 7: The Magician (2019). Nicolas Winding Refn

Filme: 5/5







1.Naturezas mortas numa antiquíssima arte chamada "composição". 2.Hart Bochner, recriando a Crucificação. 3.Nell Tiger Free. 4.Jena Malone & Miles Teller. 5.Miles Teller & Nell Tiger Free: placidez antes do apocalipse. 6.Cristina Rodlo: erotização da violência #3. Too Old to Die Young, Volume 8: The Hanged Man (2019). Nicolas Winding Refn

Filme: 5/5







1.Jena Malone. 2.Cristina Rodlo. 3.Augusto Aguilera & Cristina Rodlo. 4.Caprichos Visuais de Comendador Refn #1. 5.Caprichos Visuais de Comendador Refn #2. 6.John Hawkes, grandíssimo ator, e uma Apple Pie. Too Old to Die Young, Volume 9: The Empress (2019). Nicolas Winding Refn

Filme: 5/5



1.Jena Malone em atividades condenadas por qualquer mulher militante do BE ou do Podemos. 2.Cristina Rodlo: erotização da violência #4. Too Old to Die Young, Volume 10: The World (2019). Nicolas Winding Refn

Filme: 4/5 (The End.)







1.Sigourney Weaver. 2.Comunismo gastronómico. 3.Pra aí a 3º ou 4º melhor cena do cinema amaricano do século corrente. 4.Natureza morta numa antiquíssima arte chamada "composição". 5.Bryce Dallas Howard. 6.Terror Bíblico. The Village (2004). M. Night Shyamalan 

Filme: 5/5 







1.Dave Bautista, quando o filme ainda está bom e aberto a todas as possibilidades. 2.Kristen Cui, quando o filme ainda está bom e aberto a todas as possibilidades. 3.Mural católico-futeboleiro. 4.Natureza viva numa antiquíssima arte chamada "composição". 5.Falta a Bíblia Sagrada. 6.Hummmm. Knock at the Cabin (2023). M. Night Shyamalan

Filme: 2/5 (É um filme que termina por volta dos vinte e cinco minutos. Depois há redundâncias de situações e de explicações, incertezas para encher chouriços e flashbacks desnecessários que ainda travam mais a fluidez da cousa. E, ainda assim, no meio do aborrecimento e insatisfação, lá vamos admirando a ousadia (ou a candura) de Shyamalan em enlaçar o caricato e o risível (aquelas imagens televisivas, mãezinha do céu) a leste de qualquer lógica de sensatez e "bom gosto" ou ainda o facto de não haver um único plano que não tenha sido trabalhado na sua mente durante uns bons cinco ou seis dias na escrita do argumento. Mas falta o ardor, a melancolia e o lirismo dos seus melhores filmes.)




1.Um 'celente exemplo da arbitrariedade dos professores (ótimo ensaio da Lindsay, péssima nota do prof. Como se não bastasse isto, ainda não fazem nenhum, ganham do bom e do melhor, e ainda se manifestam pra ganhar mais. O pobo indignado nas redes sociales tem toda a razão.). 2.James Lee Curtis. 3.Lindsay Lohan. Freaky Friday (2003). Mark Waters

Filme: 1/5; Lindsay Lohan: 50 Mil Milhões/5 (Sessão da tarde #1. Hoje, por volta das 15:30, não perca Um Dia de Doidos, uma comédia divertida tamanha XXL família, e que lhe provocará boa disposição e um sorriso nos lábios. Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan são mãe a filha que não se compreendem uma à outra, mas dois bolinhos da sorte chineses irão provocar magia e maravilhas! Mãe e filha trocarão de corpo e situações que até Deus duvida irão acontecer! Confusão e carambolas asseguradas! Faça as pipocas, reúna a família no sofá e prepare-se para uma farra de hora e meia!)










1.Uber bitch Alexandra Kyle e suas minions, duas das quais se iriam tornar mais conhecidas: a Ashley Benson- em camisa rosa-, que uma década depois nos deliciaria com o seu cuzinho em Spring Breakers, e a Brie Larson, futura Capitona Marvel, em camisa azul escura. 2.Hoje em dia são já são os 50's. Aumenta dez anos a cada década. 3.Christa B. Allen. 4.Megan Lusk & Brittany Curran como duas cuties e uns matrecos. Aniversários destes é que não tivemos. 5.Renee Olstead & Jennifer Garner. 6.Criatividade gastronómica. 7.As vantagens da independência feminina face aos espartilhos patriarcais: acabar o dia na cama a ver tv, a fazer uma máscara, a comer cheetos e a beber Cola. 8.Judy Greer & Jennifer Garner, nas suas respetivas versões slutty. 9.Kathy Baker. 13 Going on 30 (2004). Gary Winick

Filme: 1/5; Jennifer Garner: 50 Mil Milhões/5 (Sessão da Tarde #2. Hoje, por volta das 15:30, não perca De Repente, Já nos 30!, uma comédia divertida tamanho XXL para toda a família. Christa B .Allen é uma menina de 13 anos em 1987, e que está farta da sua vida de adolescente sem seios e que admira a modernidade e sofisticação das mulheres de 30 anos! Depois de muito o desejar, uns pós mágicos transformam Christa na Jennifer Garner, uma bonita mulher de 30 anos em 2004! Confusões e algazarras divertidas irão acontecer, uma aventura familiar que até Deus duvida! Jennifer Garner é, na realidade, uma menina de 13 anos que irá dar beijos na boca ao trintão do Mark Ruffalo! Processos criminais diabólicos se seguirão e chamem o Dr. Pedro Pinto, se faz favor!)









Catar, 2015. The Challenge (2016). Yuri Ancarani

Filme: 5/5 (Sem entediantes voice-overs para "nos contextualizar e nos dar uma perspetiva crítica sobre as imagens e o que se esconde nas suas entrelinhas", The Challenge é pura luxúria visual, sonora e, pelo menos numa primeira instância judicial-cinematográfica, absolutamente acrítica. Planos e retratos de um conjunto de homens riquíssimos que se deleitam nos seus jogos de prazer sociais, sejam eles comer os manjares de um mesmo prato, exibir os seus porsches e chitas, os seus oiros incrustados em várias matérias primas- sejam elas motas ou cadeiras-, ou jogar FIFA dentro de uma tenda no meio do deserto. Por pouco mais de uma hora, o Qatar parece-nos o paraíso da opulência, ainda por cima sabendo que, depois dos manjares, das corridas de falcões e das cigarrilhas acesas em tronos de oiro, teremos uma bela esposa à nossa espera em casa, pronta para nos satisfazer em todos os nossos perversos pedidos. Que grande país.)















What i'm trying to do here, is to celebrate the wonder of their imagery- Werner Herzog. The Fire Within: A Requiem for Katia and Maurice Krafft (2022). Werner Herzog

Filme: 4/5




1.Jeanne Moreau. 2.Yori Bertin. 3.Maurice Ronet enfarda um croissant e é mirado por duas figurantes parisienses. Ascenseur pour l'échafaud (1958). Louis Malle

Filme: 4/5 (Maurice Ronet, um boémio #1. Tem um argumento que gostaríamos de ter escrito. Só nos teria faltado a vontade, a perseverança, o esforço disciplinar e a imaginação para o fazer.)









1.Naturezas mortas numa antiquíssima arte chamada "composição". 2.Léna Skerla. 3.Dia de praia. 4.Très jolie fille. 5.Jeanne Moreau. 6.Très jolie fille. 7.Maurice Ronet e amigo. 8.Alexandra Stewart. Le feu follet (1963). Louis Malle

Filme: 4/5 (Maurice Ronet, um boémio #2. O inferno são os outros. Por entre adorações a gulags, a "homens novos" e a extermínios em massa....perdão, Revoluções Culturais na China do Dr. Mao, o Sartre ás vezes até se saía com umas tiradas jeitosas.)


Kim Hartman. 'Allo 'Allo: Season 5, Episode 2 (1987). David Croft & Martin Dennis

Lingerie Outono-Inverno 1942.

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Este blogo não se esqueceu do Dia Internacional da Mulher, celebrado por toda a Europa, Rússia e demais partes do planeta. Assim, para comemorarmos tão importante data, decidimos escolher um painel de cinquenta atrizes norte-americanas do período clássico do cinema de Hollywood, vulgo, 1920-1959. Escolhemos apenas ctrizes norte-americanas por que não houve outro país que em tal período tenha dado ao mundo um tal númaro de glamour e beleza feminina, não desmerecendo outros grandes valores de outros países. Também escolhemos só atrizes norte-americanas porque os EUA é o país onde nasceu uma grande mulher dos nossos dias, chamada Marjorie Taylor Greene. Quanto à questão temporal, também foi simples: decidimos limitar até 1959 a escolha das atrizes porque a partir de 1960 deixou de haver civilização (e não só cinematográfica). Relembramos que a década de sessenta é aquela de onde saiu um slogan libertário-poético-contestatário deste calibre: "sob a calçada, a praia". Pedimos desculpa pelos vómitos e vamos ao que interessa. Critérios únicos de seleção: as memórias cinematográficas acumuladas no sótão da mente e a líbido momentânea em magma de Napalm.

Por ordem alfabética:


Anne Baxter (1923-1985)


Anne Francis (1930-2011)


Ann Sheridan (1915-1967)


Audrey Totter (1917-2013)


Barbara Rush (1927-)


Barbara Stanwyck (1907-1990)


Carole Lombard (1908-1942)


Carroll Baker (1931-)


Debbie Reynolds (1932-2016)


Donna Reed (1921-1986)


Dorothy Malone (1924-2018)


Dorothy McGuire (1916-2001)


Ella Raines (1920-1988)


Gene Tierney (1920-1991)


Ginger Rogers (1911-1995)


Gloria Grahame (1923-1981)


Grace Kelly (1929-1982)


Jane Greer (1924-2001)


Janet Gaynor (1906-1984)


Janet Leigh (1927-2004)


Jane Wyatt (1910-2006)


Jane Wyman (1917-2007)


Jean Harlow (1911-1937)


Jean Peters (1926-2000)


Jeanne Crain (1925-2003)


Jennifer Jones (1919-2009)


Joan Bennett (1910-1990)


Joan Leslie (1925-2015)


Kim Novak (1933-)


Lee Remick (1935-1991)


Lillian Gish (1893-1993)


Linda Darnell (1923-1965)


Lizabeth Scott (1921-2015)


Louise Brooks (1906-1985)


Mamie Van Doren (1931-)


Martha Hyer (1924-2014)


Martha Vickers (1925-1971)


Marylin Monroe (1926-1962)


Mildred Davis (1901-1969)


Miriam Hopkins (1902-1972)


Nancy Guild (1925-1999)


Natalie Wood (1938-1981)


Patrícia Neal (1926-2010)


Paulette Goddard (1910-1990)


Ruth Roman (1922-1999)


Sandra Dee (1942-2005)


Sylvia Sydney (1910-1999)


Teresa Wright (1918-2005)


Vera Miles (1929-)


Virginia Mayo (1920-2005)


DIA INTERNACIONAL DA MULHER-II

Sem comentários: